Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH

Transtorno do Espectro Autista – TEA

Transtorno de Personalidade Antissocial

Transtorno de Personalidade Narcisista

Transtorno de Personalidade Limítrofe ou Borderline

Transtornos de Personalidade

Transtornos do Humor – Depressão e Bipolaridade

Transtorno de Ansiedade Social – TAS

Transtorno de Ansiedade Generalizada – (TAG)

Transtorno do Estresse Pós-Traumático – (TEPT)

Agorafobia

Transtorno do Pânico

Ansiedade

Sobre

Claudia Paola Carrasco Aguilar – CRM 15022
Médica Psiquiatra – RQE 19404

Sou Psiquiatra (RQE 19.404) e especialista em Medicina de Família e Comunidade (RQE 17.650), com atuação dedicada à Psiquiatria da Infância e Adolescência e foco avançado em Transtornos do Neurodesenvolvimento, especialmente o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

 

Minha trajetória clínica é fundamentada na compreensão sistêmica do paciente e de seu ecossistema familiar. Minha primeira formação em Medicina de Família me permitiu atuar em diversas realidades complexas do Brasil — de Brasília (DF) a Xapuri (AC), Santarém (PA), Blumenau (SC) e Campo Largo (PR) —, incluindo o trabalho com a FUNASA na Saúde Indígena. Essa imersão em múltiplas culturas forjou uma visão integral e pragmática sobre saúde, comportamento e vulnerabilidade.

 

Em 2005, retornei a Curitiba para me dedicar integralmente à Psiquiatria, movida pelo fascínio pela neurobiologia: investigar como pensamentos, emoções e comportamentos disruptivos emergem das intricadas redes sinápticas do cérebro.

 

Com forte base científica e investigativa, concluí meu Mestrado em Ciências da Saúde. Direcionei minha vocação para a pesquisa e para a psicoeducação clínica, traduzindo a ciência para empoderar as famílias no processo terapêutico. Além disso, possuo treinamento em Terapia Comportamental Dialética (DBT) pelo Linehan Behavioral Tech, o que me permite integrar estratégias robustas de regulação emocional ao manejo farmacológico.

 

Hoje, meu propósito é aliar o máximo rigor científico ao acolhimento estratégico. Atendo famílias atípicas oferecendo investigação diagnóstica precisa e intervenção terapêutica multimodal, guiando o neurodesenvolvimento para o seu melhor potencial.

A Psiquiatria moderna: Ciência, Acolhimento e Neurodesenvolvimento

A Psiquiatria, em sua essência, significa “a arte de curar a alma”. No entanto, a psiquiatria moderna vai muito além: é a ciência de compreender e tratar o cérebro para devolver a qualidade de vida ao paciente e à sua família.

O objetivo principal não é apenas medicar sintomas, mas investigar a fundo e conhecer a maneira como o cérebro se desenvolveu e como os sintomas (e os problemas) surgiram. É diagnosticar precocemente, intervir de forma estratégica e promover a reabilitação plena, especialmente na infância e adolescência — fase em que o cérebro possui sua maior janela de plasticidade.

Por que a intervenção precoce muda tudo?

Sabemos que muitos dos desafios comportamentais e transtornos mentais começam nos primeiros anos de vida. Segundo a OMS, cerca de 20% das crianças e adolescentes enfrentam alguma condição que afeta sua saúde mental. Quando falamos de Transtornos do Neurodesenvolvimento (como o Transtorno do Espectro Autista e o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), frequentemente lidamos com comorbidades — ou seja, o paciente não apresenta apenas um diagnóstico, mas uma sobreposição de desafios (como ansiedade, explosões de agressividade ou alterações de humor). 

É por isso que uma avaliação superficial de 15 minutos não funciona. Desatar esses “nós” clínicos exige tempo, escuta ativa e profundo conhecimento neurobiológico.

A Neurociência a favor do Tratamento

Nos últimos anos, a Psiquiatria passou por uma revolução. Hoje, não trabalhamos mais com suposições, mas com medicina de precisão.

Compreender os mecanismos neurobiológicos por trás de comportamentos disruptivos nos permite criar planos terapêuticos altamente personalizados. Os avanços na farmacologia moderna nos oferecem medicações muito mais eficazes e com menos efeitos colaterais. O objetivo da medicação nunca é “dopar” o paciente, mas sim atuar como um facilitador — a “água na argila” — que reduz a reatividade do cérebro para que as terapias comportamentais (como a DBT e intervenções parentais) possam realmente moldar novas habilidades.

Rompendo Estigmas e Acolhendo Famílias

Infelizmente, o preconceito em torno da saúde mental ainda é uma barreira. Termos pejorativos atrasam a busca por ajuda e aumentam a culpa dos pais. No meu consultório, combatemos o estigma com psicoeducação e ciência.

Entender o cérebro do seu filho é o primeiro passo para parar de lutar contra ele e começar a ajudá-lo a se desenvolver. A psiquiatria que ofereço integra o máximo rigor científico a uma compreensão sistêmica e humana, guiando sua família para um ambiente mais leve e funcional.

Vênus ao Espelho, 1674, Diego Velázquez

Últimas postagens

Contato

COMO POSSO TE AJUDAR?

[email protected]
(41) 99647-7686
Rua Marechal José Bernardino Bormann, 450 Batel – Curitiba – PR.
CEP 80440-195